Bloguinho Portuga
This blog's purpose is to help me consolidate my thoughts about science, politics and social issues, whatever. Past entries all in Portuguese, current ones either in English or Portuguese. Depends on context.
domingo, 12 de abril de 2020
The Church of Astley
domingo, 24 de novembro de 2019
Fim da linha para um filho da puta
quinta-feira, 18 de julho de 2019
Um whistleblower é outra coisa
sábado, 15 de junho de 2019
Operações Especiais Anti-Hipster (OEAH)
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Culture appropriation my ass!
And finally I'm left wondering about her approach. Why address the white people specifically? Is it an exclusive of white people to use gifs of black people? Or is it only offensive if it is white people doing it? What about asians? Is it ok for asians to use black gifs? What about black people using gifs of white, yellow, red or blue people? Is Victoria ok with that?
domingo, 4 de dezembro de 2016
Tempo livre, livre de culpa
sábado, 21 de maio de 2016
Queimem Brian May e Roger Taylor na pira funerária
sábado, 14 de maio de 2016
Só pode ser parvo
domingo, 3 de abril de 2016
Carta aberta a Henrique Sá Pessoa

sábado, 26 de março de 2016
Da nacionalidade das bancas
Em face a isto, pensar que o capital não tem nacionalidade é ter os olhos tapados. Uma coisa é os accionistas poderem ser espanhóis, angolanos ou marcianos, outra bastante diferente é um banco nacional ser absorvido por outro do país ao lado. Quando há fusões, há racionalização das estruturas. Isto significa que existindo duas estruturas semelhantes para os mesmos fins, uma delas será absorvida pela outra e há pessoas que são mandadas embora. E quando chega a hora de mandar pessoas embora, havendo uma posição de força de uma das partes, adivinhem qual é o lado que tem de mandar pessoas para a rua? Outro aspecto que só quem nunca trabalhou em multinacionais é que não percebe é que, quando existem departamentos em que as chefias estão num país e uma parte da equipa está no outro país, quando toca a dividir prémios anuais, há sempre um lado que fica a olhar para a mão enquanto os prémios ficam todos do outro lado. E quando se decide investir, a divisão dos fundos também não costuma ser justa. Para todas as decisões é necessário o ámen de Espanha e por aí adiante.
sexta-feira, 25 de março de 2016
O violador em série
segunda-feira, 7 de março de 2016
Medo de quê?
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Bigodes
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Um abraço para o Cláudio Ramos
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Cocktail Engenho
Inventei um novo cocktail. Chama-se Engenho porque a necessidade é mãe do engenho e fiz com o que havia cá em casa.
- 1,5 medidas de vinho do Porto
- Agua tónica a gosto
- Esfregar o bordo do copo com vidrado de lima
- Juntar num shaker a lima, a jeropiga e o Porto
- Agitar à bruta e coar para um copo
- Juntar o vidrado e água tónica a gosto
Bem bom!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
O João Quadros é uma besta
terça-feira, 10 de novembro de 2015
A Palhaçada
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
O Burguer de Caranguejo do Prego da Peixaria
domingo, 18 de outubro de 2015
O Eleitorado - Uma visão imbecil do sistema democrático
Às 3:03 da manhã do dia 4 de Outubro, todos os portugueses maiores de idade falam em uníssono, como que controlados por uma força superior que os usasse para projectar os seus pensamentos. São o mítico e muito debatido Eleitorado. Apesar de constituído por milhões de indivíduos, o eleitorado comporta-se como uma amálgama controlada por telepatia como se de marionetas se tratassem. Existe um propósito superior no voto do eleitorado que deve ser interpretado de forma correcta para que o Governo tenha a forma pretendida por… pela referida força superior. Chamemos-lhe a Mística Força Eleitoral (MFE). Tal como controla o eleitorado, a MFE controla também os não eleitores. Enquanto decorre o processo de alinhamento do eleitorado, os não eleitores encontram-se completamente alheios ao que se passa, estando também eles sujeitos a um estado de transe que os impede de se aperceberem do que se passa. Enquanto os eleitores falam, os não-eleitores não falam nem escutam. Eleitores e não eleitores ficam todos como que repentinamente congelados. Quem se encontrava deitado, deitado ficou. Quem se encontrava em movimento, ficou repentinamente estático, apoiado ou em pleno ar, porque quando o eleitorado se alinha, até as Leis da Física são suspensas. Heis o que diz o Eleitorado num coro de tal maneira sincronizado que se as Leis da Física não tivessem sido suspensas seria possível caminhar pelas ruas de Portugal ouvindo o discurso de forma contínua sem que o volume do som variasse sequer.
“Somos o Eleitorado. Como acontece antes de todas as eleições estamos reunidos para acordar o resultado das eleições. Nas Legislativas de 2015 vamos dar uma maioria relativa à coligação PSD/CDS mas daremos uma maioria absoluta aos partidos de esquerda.”
Seria de esperar que, com poderes absolutos ainda que temporários, (a MFE apenas se manifesta às 3:03 dos dias de eleições), a MFE tomasse posições eleitorais completa e absolutamente isentas de ambiguidade. Afinal, na sua temporária omnisciência, a MFE conhece todos os mecanismos que levam ao desenho da composição do Governo da República Portuguesa. Mas os desígnios da MFE são insondáveis. Apenas os analistas políticos têm uma remota possibilidade de entrever o objectivo final da MFE.
Ora vamos lá a ver! O “Eleitorado” não quer coisa nenhuma porque o Eleitorado enquanto organismo singular com uma vontade única não existe. O Manel há-de querer um Governo PaF e que o PS amoche, o Jaquim há-de querer que o PS governe com a bênção e pouca conversa do BE e da CDU, a Ariana gostava imenso que o PaN governasse apenas com o apoio de todos os animaizinhos e plantinhas de Portugal e outros existirão que, tendo votado em branco, num partido ou apenas desenhado um Zé Bastos no boletim de voto, querem mesmo é que não os chateiem. O sistema eleitoral português não está feito para interpretar a vontade de nenhuma entidade mítica. Sem entrar em grandes detalhes que também não conheço a fundo, é composto por seis fases distintas:
As regras são estas. Andar para aí a dizer que é preciso saber interpretar a vontade dos eleitores é uma completa idiotice. O sistema não funciona assim e existem tantas interpretações como opiniões. O que é certo é que existem regras. Dizem que estão na Constituição ou o camandro. Desde que estas sejam cumpridas, qualquer resultado final é válido. O resto são balelas! E uma coisa é certa, no fim haverá sempre alguém insatisfeito e poderá até acontecer que ninguém fique satisfeito. Mas é o sistema e só temos que o seguir. Quem não gostar deste, que proponha outro, reúna 2/3 dos votos dos deputados e altere a Constituição.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Condições de governabilidade
sábado, 26 de setembro de 2015
Uns pipis do c...
domingo, 16 de agosto de 2015
So the guy is stupid, do we have to fire him?
sábado, 1 de agosto de 2015
Não sei o que foi mas arrependo-me
domingo, 7 de junho de 2015
Tópico interessante mas não infinito
Ao ler entradas minhas antigas neste blogue encontrei uma que falava do blogue All About my Pachacha... perdão, Vagina. Como já não ia lá há que anos resolvi dar uma saltada para ver como iam as modas. Fiquei surpreendido ao verificar que a escritora tinha esgotado o tema. Aparentemente a imaginação faleceu em Fevereiro de 2008, o que é uma pena para quem gosta do tema, mas por outro lado também traz alguma esperança porque fica claro que o esforço necessário para dominar o tema é finito.
Ai Jasus...!
Sim, o JJ saiu do Benfica para o Sporting. E depois? Alguma vez alguém pensou que ele era um Benfiquista ferrenho? E que fosse? Devia ter aceitado as propostas que o Luís Filipe Vieira lhe tentou fazer engolir pela garganta abaixo propostas para ir para a Rússia ou para a Turquia? Devia ter aceitado ficar no Benfica a ganhar menos quando o Sporting lhe ofereceu mais? Por que é que o Benfica não renovou contrato a tempo e horas? E cabe na cabeça de alguém propor uma pioria das condições a um treinador que trouxe o primeiro bi-campeonato dos últimos 15 anos?
- 3 Campeonatos Nacionais
- 1 Taça de Portugal
- 1 Supertaça "Cândido de Oliveira"
- 5 Taças da Liga
- 2 Finais da Liga Europa


